06/10/2017

Empresas e Passeios Indicados

FLORIPA NORTE

Praia dos Ingleses

“Nossa praia” tem um pouco de tudo ao longo dos seus quase 5km, e o ideal é dedicar pelo menos dois dias inteiros pra curti-la: num dia você pode ir conhecer a Ponta Sul, também chamada de “Canto dos Pescadores”; e no outro você vai para a Ponta Norte. Já, a parte central do bairro, oferece uma das infra-estruturas turísticas mais completas da ilha, com muitas opções de restaurantes, bares, sorveterias, lojas, agências de turismo, locadoras de veículos, supermercados, lavanderias, bancos, e tudo o mais…

A Ponta Sul da Praia dos Ingleses, também chamada de “Canto dos Pescadores”, só é acessível a pé e tem águas calmas e praticamente sem ondas por estar protegida do mar aberto pelo Morro dos Ingleses. Nós adoramos este lugar porque é bem interessante passarmos ali pela vila dos pescadores e vermos as atividades deles cuidando dos barcos, redes, e se você tiver sorte pega um barco chegando lotado de peixes dentro e gaivotas dando rasantes (inclusive outro dia conhecemos lá um pescador que oferece peixe frito para os turistas que quiserem aproveitar pra degustar o peixe recém-chegado do mar – o apelido dele é “Tarzan”).

E ali ainda tem mais três atrativos que merecem ser vistos:

  1. Dunas dos Ingleses: do alto delas a paisagem 360 graus é linda – vale a pena subir!
  2. Museu das Oficinas Líticas (a céu aberto): é formado pelas pedras do costão ao final da praia, que são as pedras usadas pelos povos antigos para fazerem suas ferramentas através do atrito de pedras com areia e água do mar. No fim da praia tem uma passarela de madeira com placas indicativas contando a história dessas Oficinas Líticas. É bem interessante!
  3. Peixinhos Coloridos: recomendamos também que levem uma Máscara e Snorkel pra brincar de mergulhar ali no final da praia, perto das Oficinas Líticas. Como as águas normalmente são calmas e transparentes, muita gente vai lá pra ficar mergulhando (no raso mesmo) e vendo os peixinhos coloridos 🙂

A Ponta Norte da Praia dos Ingleses, também conhecida como a “Região das Gaivotas”, é uma área totalmente residencial (aliás, nossa casa é aqui), sem o grande comércio e com condomínios de alto padrão.
A faixa de areia é mais larga, a areia é bem fina e fofa, e o mar bom para o Surf – inclusive com alguns cursos rápidos de surf para iniciantes aqui próximo.

 

Trilha Ingleses – Brava

Pra quem gosta de uma caminhadinha, ali da ponta norte sai a “Trilha da Feiticeira”, que leva à Praia Brava cortando o Morro da Feiticeira em um percurso de 2km.

Praia Brava

Como o nome diz, tem o mar agitado e é um dos paraísos dos surfistas.

A praia é bem perto do morro à oeste e, portanto, a sombra do fim de tarde costuma chegar cedo, mesmo no verão.

Outro detalhe é que esta praia é estritamente residencial, com condomínios de alto luxo e sem nenhum restaurante, então a única opção para consumo são as barracas de alimentação na praia autorizadas pela prefeitura durante a temporada.

Trilha Brava – Lagoinha

Para quem tem boa disposição, a partir da Ponta Norte da Praia Brava inicia a “Trilha do Churão”, que em 1km leva à Praia da Lagoinha do Norte.

Praia da Lagoinha do Norte

Esta, apesar de vizinha próxima da Praia Brava, como o próprio nome diz, tem suas águas bem mais calmas.

Bem frequentada por famílias, a dica é chegar cedo com tempo de poder escolher uma mesinha na areia e o mais próximo possível do mar em um dos 3 restaurantes da praia.

Ali você pede algo pra comer e pode passar o dia curtindo – ou então aproveita pra ir ver o Pôr do Sol na praia ao lado (Ponta das Canas).

Praia de Ponta das Canas

Super recomendada para famílias…   

Com uma extensa faixa de areia, esta praia tem águas ainda mais calmas do que a vizinha Lagoinha do Norte.   

Alguns restaurantes e lojas de souvenires garantem uma infra-estrutura satisfatória pra quem vai aproveitar o dia por ali.    

Aproveite pra ficar até o Pôr do Sol – vale a pena!   🙂


 

Praia do Santinho

É linda! Tem águas cor de esmeralda e larga faixa de areia fofa.

Na Ponta Sul da praia fica o agito dos restaurantes pé-na-areia, próximos ao resort Costão do Santinho; e ali no pé do “Morro das Aranhas” tem uma trilha bem tranquila (300m) que segue pela costa até as Esculturas “Homem de Ferro”, de onde se tem uma linda vista da praia.

Trilha Santinho – Moçambique

Se você curte uma boa caminhada, seguindo por esta trilha beirando o costão por 3km dá pra chegar até a Praia de Moçambique; porém, pra aproveitar bem o passeio você precisa ir pela manhã e levar uma mochila com lanche e bastante água, pois a Praia de Moçambique está dentro de uma reserva florestal e não tem nenhuma infra-estrutura turística.

Pra voltar a dica é pegar uma outra trilha, contornando o “Morro das Aranhas” por dentro, que percorre um trecho bem bonito de mata, passa por um campo de dunas e pela Lagoa das Lavadeiras, e depois de uns 3km chega ao estacionamento de ônibus do Costão do Santinho – e dali até a Praia do Santinho dá pra ir pela rua caminhando, é bem pertinho.

Praia de Moçambique

Ou Moçamba, como chamamos, é a praia mais extensa de Floripa, com seus 8,5km.
Na parte onde tem a trilha que liga à Praia do Santinho a areia é fininha e mar não muito agitado – dá pra entrar tranquilamente.; mas conforme a gente se afasta deste ponto e segue para o meio da praia a areia fica fofa e grossa, com pedacinhos de conchas; e o mar fica perigoso, de tombo e com ondas grandes, boas para Surf.
A praia está toda dentro da Reserva do Parque Florestal do Rio Vermelho e, portanto, não tem nenhuma infra-estrutura turística – Natureza Pura!

Praia do Forte

Aqui uma dica especial pra quem vai de carro: procure parar no estacionamento que tem ainda na subida do morro, do lado direito, logo antes do Forte de São João da Ponta Grossa. Aí você já está perto do Forte e pode visitá-lo antes de chegar na Praia – aliás, vale a pena conhecer essa história! Na frente da entrada do forte tem uma trilhinha com escada no meio da mata que em alguns poucos metros te leva à Praia do Forte no canto Norte dela, onde está o Tico´s Restaurante, que é um lugar bem mais tranquilo do que se você seguisse em frente pela estradinha até subir tudo e descer o morro do outro lado. Aliás ali você vai reparar que curiosamente as ondas chegam de lado na praia (!).

Trilha Forte – Daniela

Se quiser fazer uma caminhadinha tranquila, dá pra ir até a Praia da Daniela – também linda. Mas atenção: antes de ir converse com os moradores para ver se a maré não vai subir, senão pode ficar perigoso voltar pelo mesmo caminho. O pôr do sol na Praia do Forte é lindo e vale a pena estar lá nesse momento.

Praia da Daniela

Esta praia tem um charme especial.
Árvores, areia fofa e mar tranquilo.
A praia é bem pequena e está em um bairro estritamente de casas. Não há prédios, nem comércio por perto. Frequentada principalmente por famílias.

Santo Antônio de Lisboa

Praia de baía, águas super calmas, bairro bem tradicional, rota gastronômica, casas que preservam características da época do império ainda, ali está a 1ª rua a ser calçada do estado de Santa Catarina, por conta da visita do Imperador Dom Pedro II a Desterro (antigo nome de Florianópolis), em 1845.
Algumas casas exibem suas paredes antigas, erguidas com pedras e argamassa feita de areia, conchas e óleo de baleia.
A pizzaria Confraria Santo Antônio é a que recomendamos, pelo sabor da pizza e pelo local; casa antiga e bem aconchegante.
E se estiver cedo ainda para jantar, uma boa opção é tomar um capuccino e comer uma torta doce no Café da Praça, mas atenção: lá é cafézão e pedação de torta 😉
Os restaurantes na calçada a beira mar também tem ótimas opções para almoços, petiscos de final de tarde ou jantar.
Bistrôs, galerias de arte popular e casas de artesanatos também estão no passeio, sendo que nas casas de artesanato não é raro encontrarmos uma rendeira trabalhando sua arte e nos mostrando como são feitas as famosas toalhas de renda de bilro.

Final de tarde é um show à parte por lá. Aliás, sabe aquela foto do sol se pondo atrás de dezenas de barquinhos e veleiros sobre um espelho d´água? Pois é, é ali mesmo !
Não é a tôa que Sto Antônio de Lisboa tem a fama de compor o cenário do Pôr do Sol mais fotografado da Ilha.
É um passeio que gostamos de fazer, levamos os amigos e sempre recomendamos aos nossos hóspedes.

FLORIPA LESTE

Passeio de Barco para a Comunidade de Nativos na Costa da Lagoa
A comunidade da Costa da Lagoa é bem pequena e, a maioria dos que moram lá são parentes. Os restaurantes dos nativos ficam à beira da lagoa, e suas casas normalmente são nos fundos dos respectivos restaurantes. A “rua” do bairro é uma passarela por trás das casas e é só para pedestres e bikes, visto que nesta região só se chega a pé ou de barco mesmo. Lá tem escola e posto de saúde para atender as necessidades básicas da comunidade.
Difícil dizer qual restaurante é melhor. Todos tem comida deliciosa e o atendimento é bem ao estilo “manezinho”, cheio de simpatia. A escolha acaba sendo pela combinação valor e visual de cada lugar. Gostamos muito do Restaurante Recanto da Natureza. Lá, você pode falar com a Dna Teínha ou sua filha Mayara, e pode pedir para usar o caiaque e o stand up que eles emprestam 🙂

Barra da Lagoa

A Praia da Barra da Lagoa é bem movimentada e com bastante comércio e restaurantes.
O ponto mais marcante ali é o Canal da Barra – único que permite a comunicação das águas da Lagoa da Conceição com o mar (por isso a água da Lagoa é salobra).

Lá podemos comprar peixe fresco e ver os barcos dos pescadores chegando e partindo. Aliás, uma experiência diferente é conseguir fazer um passeio pelo Canal da Barra pra ver os barcos atracados, pescadores fazendo manutenção em suas redes e barcos, e como acontece a vida à beira do canal. Recomendamos que fale com o Gilmar, pescador dono da peixaria Samara lá na Barra – ele não só vende o peixe, como pode limpá-lo, ensinar a preparar, e também levar pra passear no barco dele pelo Canal da Barra – sem falar nas histórias que ele pode contar durante o passeio 🙂 Vale a pena!
Depois, já de volta à Barra, a dica é atravessar a ponte sobre o canal e seguir por mais 10 minutinhos até as piscinas naturais da Prainha da Barra – um lugar pequeno, lindo e escondido.
É na Barra da Lagoa que temos também uma sede do projeto Tamar. A visitação é aberta o ano todo e, de tempos em tempos, acontece a soltura das tartarugas de volta para o mar.

Passeio de Barco para a Ilha do Campeche

Este é um dos passeios mais cobiçados de Florianópolis.
A Ilha do Campeche está bem na frente à Praia do Campeche. É uma ilha formada por costões e morros recobertos de Mata Atlântica, possui uma única praia (virada para a praia do Campeche) com areia fina e extremamente clara. O mar é de poucas ondas (porque está de costas para o mar aberto) e tem coloração variando entre verde e turquesa!
A gente sempre recomenda o barco da Ione e do Ivonei. São super queridos, com atendimento mais parecido com o nosso, que é familiar. O barco deles é para menos de 20 pessoas, e a partida é da Barra da Lagoa.
Na ilha tem um restaurante que funciona somente na temporada, mas a nossa recomendação é levar lanche, frutas e bebidas e substituir o tempo em filas do restaurante por um lindo picnic em alguma sombrinha ali na praia. A ilha tem limite de visitantes por dia, e normalmente é necessário reservar com antecedência.

FLORIPA CENTRO

O Mercado Municipal de cada cidade é sempre um lugar para conhecer mais da cultura e costumes de cada lugar. Sempre com as comidas mais típicas da região, produtos regionais e alguns bares tradicionais. Dos bares, o mais famoso e disputado é o BOX32 ali dentro do mercado mesmo, com mesinhas na calçada.

Ali pertinho do mercado e imperdível, vale a pena conhecer a Casa da Alfândega, cujo objetivo é promover o artesanato de Santa Catarina por meio da comercialização. A casa abriga obras de aproximadamente 120 artesãos de várias regiões do estado, numa demonstração das várias etnias colonizadoras com suas habilidades genuínas. Uma das atrações da galeria é manter artesãos demonstrando diariamente suas mais variadas técnicas, para que o visitante possa conhecer de perto a elaboração e confecção das peças.

FLORIPA SUL

Ribeirão da Ilha

O mar do Ribeirão da Ilha faz parte da Baía Sul e, por este motivo, sua grande orla formada por pequenas praias tem águas tão calmas que mais parece uma enorme lagoa.

Destino certo para quem busca paz, cultura, gastronomia, contemplação, e lazer com os pequeninos que estão na fase de descobrir o mar, como foi o nosso caso com o Gael 🙂

Bem, a vida no Ribeirão da Ilha é pacata e bucólica. Por causa da distância do Centro, o bairro ainda mantém as características simples e modestas, com ares de interior e costumes de origem açoriana. Não existem prédios e a maioria das residências, principalmente as próximas ao núcleo histórico, ainda mantém as características da arquitetura colonial.

O comércio no bairro é limitado às necessidades essenciais de seus moradores, com pequenos mercados, farmácias, padarias, etc. Mas na gastronomia o Ribeirão da Ilha se destaca. Ao longo da via principal (e única que corta o bairro) concentra-se um grande número de bares e restaurantes, onde se pode degustar os frutos do mar produzidos na região.

São muitas as opções de restaurantes, e com nomes bem divertidos como por exemplo o “Ostradamus”, o “Maria vai com as Ostras”, o “Umas e Ostras”, o “Ostras Coisas”, e o caminhão “OstraVagante” que faz as entregas de ostras por ali.

O restaurante que nós mais gostamos e indicamos é o Rancho Açoriano, que é bem charmoso e tem deliciosas opções de pratos. Foi lá que o proprietário nos mostrou como são cultivadas as ostras. Dá pra ver em todo litoral sul as fazendas de ostras e mariscos. São aquelas “fileiras de bóias” que avistamos da estrada.

E depois de um almocinho, que tal um café e um docinho especial? Outro dia conheci uma brigadeiria que me fisgou. Ambiente super charmoso com decoração vintage, um café delicioso e várias opções de brigadeiro. Além de outros docinhos e salgados também.
Vale a pena a visita: Amoriko Brigadeiros Finos – ali perto do centrinho do Ribeirão.